| Chávez, musa inspiradora
Governo esquece a República e investe contra a imprensa
Alberto Dines*
"O tal "complô da mídia" contra o candidato Lula rendeu duas edições de CartaCapital. Depois, evaporou. Foi regiamente pago com a presença do presidente reeleito no evento comercial em que o semanário escolheu as empresas mais admiradas do país.
E enquanto não cumpre a promessa de conceder uma verdadeira entrevista coletiva, na segunda-feira (13/11), na fronteira Brasil-Venezuela, o presidente Lula escancarou sem qualquer pudor, meias palavras ou metáforas futebolísticas o real objetivo da campanha encomendada à CartaCapital [ver abaixo a íntegra do discursos presidencial].
Igualando-se a Hugo Chávez, o caudilho militar fascistóide, o presidente Lula confirmou plenamente as hipóteses de que para continuar engabelando a sociedade brasileira será indispensável desacreditar a imprensa, intimidá-la permanentemente e, assim, impedir que assuma um papel efetivamente esclarecedor e moderador.
Muito antes dos aloprados do PT tropeçarem no Dossiê Vedoin, quando toda a mídia reconhecia que Lula seria reeleito facilmente no primeiro turno, o candidato Lula já deblaterava nos palanques contra "a imprensa e as elites".
O real propósito do Dossiê Vedoin, divulgado pela revista IstoÉ (meia-irmã de CartaCapital) pouco antes das eleições, não era destruir o fragilíssimo e incompetente candidato da oposição, Geraldo Alckmin. A jogada era mais sofisticada, de longo prazo: além prejudicar o quase-eleito José Serra para colocá-lo fora do baralho em 2010, pretendia-se neutralizar a imprensa no primeiro ano de governo.
Os primeiros 365 dias de um novo governo são marcantes, vitais, sobretudo em mandatos de quatro anos, interrompidos no primeiro biênio com as eleições intermediárias – as mesmas que acabam de desmoralizar Mr. Bush –; em nosso caso, para eleger prefeitos, vereadores e parte do Senado.
É preciso não esquecer que nos primeiros 365 dias do mandato anterior, a imprensa também foi silenciada, mas de outra forma: com as promessas de uma linha de crédito especial no BNDES, generosa iniciativa do então Comissário de Assuntos Políticos, José Dirceu. Naqueles tempos a imprensa não era golpista nem elitista, sua sobrevivência era uma "questão de Estado". A imprensa continua sendo uma questão de interesse nacional, só que o Estado brasileiro, de olho no calendário, começa a mostrar impaciências que o levam na direção contrária.
Maquinações abjetas
Neste segundo mandato, os primeiros 365 dias já começaram a ser contados desde o dia 30 de outubro. Significa que a imprensa deve ser encostada na parede desde já, antes que as conexões entre o "apagão aéreo" e a tragédia do Boeing da Gol fiquem visíveis, antes que se confirme o pífio crescimento do PIB, e antes que os afiados facões dos tecnocratas comecem a cortar os gastos públicos.
O surto chavista antiimprensa exibido pelo presidente Lula na segunda-feira, às margens do rio Orinoco, não se deve ao forte calor ou ao estresse da campanha eleitoral. Deve-se à presença de outros aloprados ao lado do presidente Lula, convencendo-o de que a imprensa deve ser enquadrada e mantida sob suspeição.
O que irritou esses estrategistas não foi a estúpida capa de Veja tentando denunciar o filho do presidente, duas semanas antes do segundo turno. Ficaram fulos com um artigo de uma coluna apenas, publicado em página interna da Folha de S.Paulo (24/8/2006) e assinado por seu diretor de Redação, Otavio Frias Filho, exigindo o segundo turno para legitimar estas eleições [ver "Anistia para Lula", link disponível para assinantes do UOL e/ou da Folha].
Os aloprados da mídia não irritam os aloprados palacianos. O que os deixa furiosos é a sensação de se sentirem iguais aos gorilas dos anos 1960-80 produzindo as mais abjetas maquinações para comprometer esta senhora decente chamada República, às vésperas do seu 117º aniversário.”
*Alberto Dines é jornalista.
Fonte: Observatório da Imprensa – 14/11/06
MeuJornal: 15/11/06
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Anúncios em inglês
A globalização dos imbecis
Walland Silva
"Um estrangeiro em visita ao Brasil, com certeza, assistindo à TV pode imaginar que não esteja fora do seu país de origem, a julgar pela "língua falada" em muitos filmes comerciais. Em um recém-exibido, para apresentar a reestilização de um novo modelo de carro, é utilizada sem maiores questionamentos a palavra restart , além da expressão new agregada ao nome.
"Isso faz parte da globalização das campanhas publicitárias", devem justificar os publicitários responsáveis. Ainda que seja esse o motivo, a estratégia de preterir o português em favor de expressões estrangeiras soa como mais um arroubo de intelectualismo por parte das classes sociais mais privilegiadas. Utilizar nomes ou expressões em inglês é mais chic do que o nosso português tupiniquim, devem pensar.
Quantas pessoas, no universo da audiência televisiva, sabem de fato o significado das palavras restart e new ? Quantas, dentro do nicho de consumidores do carro em questão, dominam o inglês, a ponto de se familiarizarem de imediato com as duas palavras? Os números, com certeza, não devem justificar. Além do mais, até onde sabemos o português ainda é a língua oficial do Brasil.
Cidadãos do mundo
No comercial, a placa do carro aparece como sendo de São Paulo, daí se pode presumir que o filme foi produzido nas ruas de alguma cidade brasileira. Se tiver sido, de fato, qual a razão lógica para se falar inglês em comercial a ser veiculado no Brasil, voltado para consumidores brasileiros?
A tão falada globalização, inclusive na publicidade, é uma realidade, porém não pode e nem deve servir de desculpa para a deterioração dos valores de qualquer nação. A língua, bem como a cultura e muitos outros, é um desses valores a serem defendidos e preservados a todo instante. Seja nos Estados Unidos ou em qualquer outro país, a inserção de palavras ou outros signos estrangeiros misturados à língua oficial é quase nula. Brasileiros residentes noutro país ou viajantes freqüentes ao exterior conhecem isso melhor do que ninguém.
Nós brasileiros, precisamos ser cidadãos do mundo, dominar outras línguas (não somente o inglês), mas não precisamos, por força da mídia e de pretensos intelectuais, vilipendiar nosso idioma sob o mais insignificante pretexto. Desse jeito, de cidadãos do mundo vamos acabar nos tornando mesmo os "imbecis do mundo". “
Fonte: Observatório da Imprensa – 30/05/06
MeuJornal.net – 04/06/06
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“Exclusivo – A face secreta do PCC”
“O Congresso em Foco obteve parte da degravação da reunião reservada da CPI do Tráfico de Armas que pode ter sido o estopim para o movimento desencadeado em São Paulo pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). O documento é de leitura obrigatória para quem quer conhecer os métodos e o poder da organização que nesta semana deixou em pânico a maior cidade do país. Leia mais.”
“Em depoimento na Câmara, autoridades policiais de SP revelam aspectos estarrecedores sobre a organização e admitem impotência para enfrentá-la.”
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“...Por três razões o Congresso em Foco teve convicção de que era seu dever levar a público o documento a que teve acesso, embora ele fosse protegido por sigilo. Primeiro, ele já havia chegado ao conhecimento do PCC. Segundo, porque julgamos ser do direito da sociedade ser informada sobre os fatos que ele traz à luz. Terceiro, porque entendemos que sua divulgação pode contribuir para o debate de ações governamentais mais efetivas, num momento em que as autoridades estaduais e federais se mostram incapazes de combater o crime organizado....
Principais trechos da degravação"
Fonte: Congresso em Foco – 18/05/06
MeuJornal.net: 20/05/06
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A marca do dono
Registro de domínios de sites da internet
“Ainda há confusão entre registro de marcas e domínios no cyber espaço...
O advento da Internet potencializou a antiga briga por questões de direitos autorais. Atualmente qualquer empresa utiliza como ferramenta de apresentação sua home page. Algo barato, de fácil acesso e que atinge uma gama muito grande de pessoas.
Por ainda ser uma tecnologia muito nova, a Internet é considerada por especialistas como uma terra sem lei. O que, inevitavelmente, causa algumas confusões jurídicas. Por exemplo, quem tem marca registrada no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) é obrigado a ter o domínio registrado? A resposta é sim. O domínio na Internet é uma marca à parte que deve ser registrado no órgão competente.
No Brasil a entidade responsável é a FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (.com.br).
Valdomiro Soares, presidente da Marpa Marcas e Patentes, explica que, inicialmente, um registro de domínio somente pode ser efetuado mediante apresentação de CNPJ, nos casos dos domínios mais usuais (.com, .com.br, .org, .net) ou, no caso de profissionais autônomos, registrar somente no seu ramo de atuação
(ex.: advogado.adv.com.br), mediante a documentação que comprove sua profissão.
Dentre as principais diferenças no registro de domínios para o de marcas, o empresário destaca que registro de domínio, diferentemente do registro de marca, é efetuado no ato, desde que esteja disponível.
Em suma, não há nenhum tipo de trâmite ou julgamento para este tipo de registro. Após o pagamento do valor do registro, o domínio já se encontra registrado e disponível para o titular no dia seguinte.
A legislação relacionada ao registro de domínios ainda deixa um pouco a desejar no que se refere a reserva dos direitos de uso, possibilitando que qualquer um registre o domínio que bem entenda. “Na maioria dos casos, onde os proprietários de marcas de alto renome no mercado não protegem seus domínios, garantem a possibilidade de terceiros, de má-fé, registrar os respectivos domínios com a intenção de vendê-los por valores astronômicos”, explica Soares.”
Fonte: Eliana Camejo Comunicação Empresarial / Valéria Sales – 26/04/06
MeuJornal – 27/04/07
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O caso Casoy
Ipojuca Pontes (*)
Fonte:O Estado de S. Paulo
“É muito estranho e mesmo deplorável o caso de Boris Casoy, o mais confiável âncora da televisão brasileira, de fato, um apresentador em quem se podia acreditar.
Casoy, que não tem diploma de jornalista, dirigiu com eficiência o jornal Folha de S.Paulo nos anos 1970/80, depois se voltou para o telejornalismo no SBT, convidado por Silvio Santos, e há oito anos ingressou na Rede Record de Televisão, onde, no Jornal da Record, entre 20h15 e 21horas, protegia seu numeroso público das mentiras oficiais e extra-oficiais que trafegam livremente em algumas emissoras, em especial na que lidera a audiência do noticiário televisivo.
O âncora da Record era uma mistura cabocla de Walter Cronkite com Tom Brokaw, na antiga CBS News, em Nova York, conduzindo um gênero de jornalismo que requer personalidade, conhecimento e segurança ao narrar, anunciar ou comentar a notícia.
Com anos de experiência como editor de jornal, Boris Casoy tinha o sentimento dos fatos, era objetivo, corajoso, sabia contemporizar, mas não perdia o senso da integridade. Querem um exemplo? Na campanha presidencial, em 2002, entrevistando o candidato Lula da Silva, foi o único entrevistador a interrogar o atual presidente sobre as ligações deste com o Foro de São Paulo e as Farc, citando como fonte uma denúncia feita pelo poeta Armando Valladares, o "prisioneiro de consciência" da Anistia Internacional. (Como resposta, à época, julgando-se ofendido e não tendo como se explicar, Lula preferiu partir para o ataque, afirmando que o poeta-mártir - torturado durante 22 anos por Fidel Castro nas masmorras da ilha-cárcere - "não passava de um picareta").
Alçado ao poder, em 2003, o esquema de Lula - o homem da Ancinav e do Conselho Federal de Jornalismo, peças básicas e ainda não sepultadas na conjectura da construção de uma "democracia direta" totalitária - passou a pressionar de forma intermitente os patrões de Casoy, para o pôrem no olho da rua.
O dito esquema só aliviou a barra, pelo que se sabe, quando explodiu o caso Waldomiro Diniz, o braço esquerdo do comissário Zé Dirceu especialista em tomar a grana dos bicheiros, contraventores e tutti quanti, ao que se diz, para enfiá-la no "caixa" de campanha. Antes, quando explodiu o escândalo do Banestado, ficou quase impossível falar nos nomes das personalidades oficiais envolvidas nas operações fraudulentas e até mesmo de mencionar a amizade de Lula com seu hospedeiro Roberto Teixeira, o agente de comissões e negócios junto às Prefeituras de Ribeirão Preto e São José dos Campos.
Mas, a partir do estrondoso escândalo do mensalão, o PT e o governo retornaram a pressionar com violência a emissora da Igreja Universal para que o apresentador fosse demitido. Na verdade, desde 2004, com a veiculação da notícia, em tom crítico ("isto é uma vergonha!"), da compra ilegal de ingressos de show musical para arrecadar fundos de campanha para o PT, o Banco do Brasil, patrocinador do telejornal, atendeu a ordem superior e reduziu a cota de publicidade na emissora, que caiu, em números exatos, de R$ 1 milhão para R$ 300 mil mensais. Na retaliação, os anúncios foram retirados dos intervalos comerciais do noticiário e, a partir daí, programados em "inserções avulsas". A decisão final de nocautear o arrojado âncora veio quando, em dezembro de 2005, ao assistir ao resumo dos acontecimentos políticos do ano, empreendido por Casoy, um áulico do Planalto teria concluído o seguinte: "Com esse homem no ar não há hipótese de se pensar em reeleição."
Sempre muito distinto, Casoy garantiu numa entrevista que nunca foi alvo de censura, enquanto esteve à frente do jornal da Record, pelos donos da emissora. Saiu, 11 meses antes do término do contrato, segundo se afirmou, porque não concordava com o novo formato do noticiário a ser produzido - e hoje, pelo que se vê, mero pastiche do que se faz de pior no telejornalismo da Globo.
Por outro lado, no Congresso, na semana passada, reportando-se ao fato, o senador Antonio Carlos Magalhães, ativo coronel da política baiana, garantiu que Boris Casoy saiu da emissora pela vontade direta de Lula - informação que, curiosamente, não foi desmentida. De todo modo, o fato concreto é que o telespectador perdeu a apurado consciência crítica do âncora, uma "espiga de milho em meio ao cafezal" da acomodação que acode o noticiário televisivo. De Casoy e, verdade seja dita, também de sua assistente, Salete Lemos, depois de Joelmir Beting, a mais competente analista do noticiário econômico da televisão brasileira.
O caso Casoy lembra, até certo ponto, o do jornalista Carlos Blanqui, editor do Revolución, jornal de grande importância na Cuba pós-revolucionária, de início comprometido com a busca da verdade. Depois de algum tempo, vendo que Fidel Castro fazia da ilha um posto avançado da URSS enquanto baixava a mão nefasta da censura sobre os órgãos de comunicação, Blanqui passou a criticá-lo abertamente. Resultado: ameaçado, teve de fugir para a Itália, não sem antes lembrar ao tirano a divisa de Rosa Luxemburgo, segunda a qual "a liberdade apenas para os partidários do governo, ou somente para os membros do partido, não importa quão numerosos, não é liberdade - só é liberdade se o for para aquele que pensa diferentemente".
E esta não é a legenda, ao que tudo indica, de Lula e aliados do tipo Tarso Genro ou Gushiken, que querem a imprensa funcionando em favor do governo, controlada por conselhos e comitês estatais, a punir ou marginalizar os discordantes, como Boris Casoy, por exemplo, uma figura incômoda que levava às massas a crua indignação em face dos escândalos diários que tornaram a vida pública brasileira alguma coisa parecida com a zona.
Fonte: O Estado de S. Paulo – Comunique-se – 10/04/06
(*)Ipojuca Pontes - Cineasta e jornalista, é autor do livro Politicamente Corretíssimos”
MeuJornal - 11/04/06
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Área 51
Ufólogo diz que alienígenas e ovnis estariam “ na Área 52 ”
“A área 51 é uma base realmente secreta?
Ademir Pascale Cardoso
”A Área 51 é uma instalação militar construída em 1954, há 150 km ao norte de Las Vegas, nos EUA. Conhecida pela mídia do mundo inteiro, a Área 51 tem 10.000 hectares de segurança máxima, portanto, nem pense em tentar entrar para espioná-la.
Muitos objetos não identificados foram avistados sobre a Área 51, mas possivelmente não seriam aeronaves extraterrestres e sim novas aeronaves que a força aérea Americana estaria desenvolvendo e testando.
É difícil de acreditar que uma área secreta é tão conhecida na mídia mundial, poderemos até compará-la a famosa “Disneylândia”.
Área 51
”A conspiração talvez seja a sua própria popularidade, as pessoas e a mídia estão tão voltadas para a Área 51, que uma outra Área secreta poderia existir sem ninguém ter notado sua real existência.” Nesta outra área, poderiam realmente estar estudando as tecnologias alienígenas, incluindo os restos da aeronave alienígena do caso "Roswell" de 1947 e outras capturadas ao longo dos tempos.
É verdade que muitos aviões são fabricados e testados na Área 51, mas os testes com aeronaves alienígenas não estariam ali, e sim em outra área super secreta, talvez a possível Área 52. Existem rumores que os alienígenas ajudam os EUA a fabricarem essas novas aeronaves, muitas delas confundidas com discos voadores devido ao estranho formato não usado pelos seres humanos.
Ademir Pascale Cardoso, presidente e criador do Portal da internet “Cranik” www.cranik.com , ufólogo, crítico e pesquisador de paranormalidades, participou do quadro do canal de TV Band - Jornal da Noite, nesta última sexta-feira - 07/04 “Área 51 – Realidade ou Fantasia?”, onde foi entrevistado pelo Jornalista Roberto Cabrini. Ainda participaram do quadro com comentários, o editor da Revista UFO, Sr. Ademar Gevaerd e o conferencista e ufólogo Claudeir Covo.
Veja um trecho da matéria do Jornal da Noite com Roberto Cabrini.
Roberto Cabrini – Embora a comunidade científica indique que estatisticamente, seria improvável que não exista vida em outros planetas, que só existiria vida no planeta terra, jamais houve uma prova aceita sem questionamentos, que até objetos e seres de outros planetas visitaram o nosso mundo. Isso vale inclusive para essa polêmica existência da Área 51.
Porém, um conhecido ufólogo brasileiro, investiga há quase duas décadas as informações classificadas sobre a Área 51. Acompanhe sua entrevista ao Jornal da Noite.
Ademir Pascale Cardoso é ufólogo respeitado no Brasil, ele mantém um site especializado em objetos voadores não identificados e seres alienígenas. Ele investiga a possibilidade da existência da chamada Área 51, a área secreta onde alienígenas e ovnis estariam sendo estudados.
Roberto Cabrini pergunta para o pesquisador e ufólogo “Ademir”, se a Área 51 realmente existe, sua resposta é “Com certeza”.
A Área 51 realmente existe, isso é fato consumado, mas hoje seria muito improvável que existam seres alienígenas e ovnis na base secreta, possivelmente, estariam em outra base realmente secreta e ainda desconhecida pela mídia e pesquisadores, a provável “Área 52”.
Não existe uma certeza e sim teorias sobre o estudo de alienígenas e aeronaves extraterrestres em bases secretas. Teorias e dúvidas que ainda percorrem a cabeça dos grandes pesquisadores mundiais e renomados ufólogos, teorias e dúvidas que talvez acompanhará esses grandes homens pelo resto de suas vidas, pois a busca pela vida fora do planeta terra, a dúvida de onde realmente viemos, é imensurável.
Contatos com o pesquisador de paranormalidades, crítico e ufólogo “Ademir Pascale Cardoso”, por e-mail: webmaster@cranik.com ou ademir@cranik.com ou mesmo através do site www.cranik.com .”
Fonte: Ademir Pascale Cardoso - Comunique-se - 08/04/06
MeuJornal – 09/04/06
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“Google Brasil não tem nada a ver com o Orkut??? 10/03/06
O IDG Now! acabou de informar que:
“Em audiência realizada na tarde desta sexta-feira (10/03) no Ministério Público Federal, em São Paulo, o diretor do Google Brasil, Alexandre Hohagen, explicou que a empresa não é responsável pelo monitoramento do Orkut, onde foram identificadas comunidades virtuais de brasileiros que cometem crimes contra os direitos humanos.
“O Google Brasil não tem nada a ver com o Orkut, que é um serviço hospedado nos Estados Unidos”, explicou Hohagen em entrevista ao IDG Now! após a audiência. “Estamos aqui para fazer negócios e não controlar tecnologias ou serviços”, ressaltou.
Como assim não tem nada a ver??? O Google é uma empresa só!... “Não tem essa de Google Brasil, Google China, Google São-João-de-Deus-me-livre. Ou será que eu consigo comprar ações exclusivamente do Google Brasil???
Se o crime foi praticado no Brasil, por brasileiros, com vítimas brasileiras, a justiça competente para julgá-los é a brasileira. O MP tem que requerer ao juiz que imponha uma multa diária ao Google Brasil até a chegada dos logs no judiciário. Aí nós vamos ver se “o Google Brasil não tem nada a ver com o Orkut”…
Para completar a pérola, não sei se do réporter ou do próprio Hohagen:
Hohagen afirmou que o Google Brasil não tinha conhecimento das comunidades ilegais. “Nunca chegou para nós uma solicitação sobre estas comunidades. E todas as solicitações que recebemos são encaminhadas ao Google Inc., que retira as comunidades dilegais do ar.”
Esta é demais: nunca chegou nenhuma solicitação, mas todas as que chegam nós encaminhamos para a matriz! Pelo que eu entendi, todos os meses eles devem encaminhar um email em branco com as solicitações que nunca chegaram para a matriz…”
Fonte: Túlio Vianna - Direito Penal - Direito Informático - Direitos Humanos – 10/03/06
MeuJornal – 14/03/06
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Incitação ao crime
MP quer punir criador de comunidade no Orkut
"Apesar de estar convencido de que não houve a prática de homicídios, o promotor de Justiça Paulo Vieira, titular da 1ª Vara Criminal de Pelotas, não tem dúvidas de que a comunidade “Homicidas do Brasil”, no Orkut, “foi uma brincadeira de mau gosto, mas tinha a capacidade de estimular o crime”. O Ministério Público do Rio Grande do Sul em Pelotas vai pedir que o estudante gaúcho de 19 anos criador da comunidade seja punido com pena alternativa, já que não possui antecedentes criminais. Com o preâmbulo “se você já cometeu um homicídio, esta é sua casa; bem-vindo à comunidade Homicidas do Brasil”, o espaço concitava os interessados a contar suas histórias, compartilhar experiências, ficar à vontade, “afinal, você já está fora da lei mesmo”. A comunidade passou a ser investigada em agosto, pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MP de São Paulo, que identificou o universitário como criador do site e acionou o Ministério Público gaúcho. O MP de Pelotas já pediu a designação de audiência preliminar para oferta das medidas despenalizadoras a que o universitário tem direito, por não possuir antecedentes criminais. A audiência foi marcada para o dia 7 de dezembro. Conforme a promotora de Justiça Maria Fernanda Pitrez, que atua no JEC, “será proposta a prestação de serviços à comunidade ou pecuniária em dinheiro ou gêneros alimentícios”. Caso o jovem não aceite, “será denunciado, processado e julgado”. No depoimento, acompanhado da mãe e de seu advogado, o universitário, de 19 anos, afirmou que a comunidade, lançada em fevereiro deste ano, é uma sátira ao próprio Orkut. A criação teria sido idealizada no último Fórum Social Mundial, em conversa com amigos, que o teriam estimulado. Iguais e afins
Responsável pelo endereço virtual onde mais de 40 pessoas trocaram confidências e revelaram intenções de matar alguém, o estudante de jornalismo foi investigado pelo Ministério Público e prestou depoimento no mês passado. O promotor de Justiça Paulo Vieira, pretendia ouvir, ainda, mais cinco pessoas que falaram sobre cometimentos de homicídios — três do município, um de São Paulo e outro do Rio de Janeiro — antes de finalizar o expediente investigatório instaurado, mas não conseguiu localizar estes internautas. O promotor encerrou a investigação concluindo que houve “incitação ao crime”, previsto no artigo 286 do Código Penal: “incitar, publicamente, a prática de crime”, cuja pena é de três a seis meses de detenção ou multa. O caso foi remetido ao Juizado Especial Criminal, por ser crime de menor potencial ofensivo.”
Fonte: Revista Consultor Jurídico – 17/11/05
MeuJornal – 19/11/05
_____________________________________________________________ Abrinq inscreve para 15º Prêmio Criança " A 15ª Edição do Prêmio Criança, iniciativa da Fundação Abrinq, recebe inscrições até 28 de fevereiro de 2006. Podem participar empresas, indivíduos e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que sejam mantidas com até 75% de recursos governamentais e que desenvolvam ações com crianças de até seis anos. O objetivo é estimular e reconhecer experiências bem-sucedidas para crianças nessa faixa etária, fase decisiva para o desenvolvimento do ser humano. O Manual de Inscrição Prêmio Criança 2006 está disponível em www.fundabrinq.org.br/premiocrianca."
Fonte: Revista do Terceiro Setor - 07/11/05
MeuJornal: 13/11/05
______________________________________________ Justiça do RS decide que rádio comunitária sem outorga não é crime A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região/Rio Grande do Sul rejeitou denúncia contra Ângelo Sena, de Cachoeira do Sul, da Rádio Comunitária Piratas no Ar. Segundo a decisão, rádio comunitária sem outorga não é crime, ou seja, o artigo 183 da lei 9.472/97 (que prevê pena de dois anos para quem desenvolve clandestinamente atividades de telecomunicação) não pode ser aplicado nesse caso. “
F
onte: Revista do Teceiro Setor (Acontece) – 12/09/05
Meujornal – 25/09/05
____________________________________________________________ Lei na web
Site brasileiro para denúncias contra pornografia infantil na internet Primeiro canal brasileiro de denúncias de pornografia infantil na internet, construído segundo as normas internacionais, o Hotline Br foi lançado na sexta-feira (2/09), às 9h, no auditório do Ministério Público da Bahia, durante abertura do Seminário Internacional sobre o Enfrentamento da Pornografia Infanto-juvenil na Internet. O Hotline Br recebe denúncias de todo o país e encaminha o material para a Polícia Federal ou a Interpol. Através do endereço www.denuncie.org.br, o visitante pode denunciar a prática do crime em sites, comunidades de internet, programas de compartilhamento de arquivos (P2P) como o Kazaa e Emule, além de pessoas freqüentadoras de salas de chat ou de mensagem instantânea como ICQ ou Messenger. O site é o único do mundo onde o autor da denúncia pode acompanhar todo o processo, desde saber se o endereço denunciado foi retirado do ar até para onde foi enviada a denúncia.
Para garantir o sigilo da identidade do denunciante, não haverá nenhuma gravação para identificação do usuário. Se o site estiver fora do país, a denúncia será encaminhada à Interpol. Outro pioneirismo do Hotline Br é o uso exclusivo de softwares livres. Parceria Criado pelo Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan/ Cedeca-BA, com o apoio do Fundo Canadá, o Hotline Br faz parte de um esforço conjunto de organismos públicos e não-governamentais brasileiros para centralização das denúncias de pornografia envolvendo crianças e adolescentes na rede mundial de computadores.
No lançamento, forma assinados convênios de cooperação técnica entre o Cedeca-BA e instituições parceiras, como Polícia Federal, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Nacional dos Usuários de Informática, Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática e Universidade Federal da Bahia, dentre outros. Participou ainda do evento a presidente mundial do Inhope, Ana Luiza Rotta. Com sede na Espanha, a organização reúne hotlines (canais de denúncias) de 22 países, facilitando o trabalhando em rede no enfrentamento da pornografia infantil na internet. Rotta aproveitou a vinda ao Brasil para realizar uma visita técnica ao Cedeca-BA, com o objetivo de sua inclusão no Inhope. A idéia é o que o Hotline Br seja o primeiro site da América Latina e Caribe a integrar a rede mundial.
NR: matéria com redação atualizada com base em original
veiculado por Maxpress Net em 31/08/05
MeuJornal: 04/09/05
________________________________________________________________ Internet ameaça operadoras, afirma OCDE A internet vai mudar o papel e o modelo econômico das operadoras de telecomunicações com a expansão da banda larga, de acordo com relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). "O sucesso crescente da telefonia por internet, ou VoIP, ameaça as fontes de receitas dos operadores tradicionais de telefonia fixa, principalmente para as chamadas internacionais", diz o relatório "Perspectivas para as Comunicações" de 2005, divulgado ontem. A OCDE também diz que as redes de televisão terão que enfrentar a concorrência da internet. "Os "downloads" de vídeos na internet vão continuar se desenvolvendo, em detrimento do tempo consagrado à televisão difundida em ondas, o que vai reduzir as cotas de audiência e as receitas com publicidade das redes", afirma o relatório.
Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Folha Online) – 26/08/05
MeuJornal: - 28/08/05
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“Saída de Dirceu não vai alterar política de software livre” A saída do chefe da Casa Civil, José Dirceu, do governo não vai alterar a política de implementação do software livre na administração federal. A afirmação é do diretor do Serpro — Serviço Federal de Processamento de Dados, Sérgio Rosa. Segundo ele, “Dirceu apenas está voltando para o Congresso, mas continua com o governo”. Na avaliação do diretor, a política de implementação do software livre é mais ampla e não está diretamente ligada a um ministério. “Trata-se de uma ação de todo o governo”, destacou. De acordo com Sérgio Rosa, também não há razões para o presidente do Instituto Nacional da Tecnologia da Informação, Sérgio Amadeu, deixar o cargo por ser órgão vinculado à Casa Civil. O diretor do Serpro acredita que a reforma ministerial não terá reflexos nos escalões inferiores. A informação é do site Convergência Digital.
Fonte: Revista Consultor Jurídico – 18/06/05
MeuJornal – 19/06/05
_______________________________________________ À memória de Cleilton Gomes, que sonhou e fez um jornal Cleilton Gomes faleceu em 10 de abril último, aos 59 anos, em Cariacica, ES. Trabalhador incansável em rádios e jornais do Espírito Santo, foi o fundador do Correio Popular, jornal semanal cariaciquense que completará
26 anos no próximo outubro. Ao longo de uma trajetória que inclui vários momentos atribulados superados por Cleilton com persistência admirável, o jornal abrigou muitos nomes do jornalismo capixaba, profissionais em início ou em momentos difíceis de suas carreiras. Dilcéia Pimentel colaborou numerosas vezes com o Correio Popular
e é a autora do texto abaixo.
Dino Gracio – 11/06/05
..................................................................... “Tributo a Cleilton Gomes
Um homem, um município, um jornal e uma história “É impossível que seja dita qualquer coisa sobre Cleilton Gomes sem que seja citado o município de Cariacica. O jornalista foi e será sempre, através do Jornal Correio Popular, o grande propagador das potencialidades deste município, onde fazia a voz de Cariacica ecoar em todos os cantos do estado. A história do lugar muitas vezes se fundiu com a desse homem que há trinta anos resolveu criar alicerces aqui.
Em Cariacica o profissional criou os filhos, Rina e Cleiltinho, ao lado da companheira Jeane Mendonça, na qual ele não se cansava de legitimar o talento musical. O então empresário, com formação em rádio, fundou junto com o irmão Cleonir Gomes, o jornal Correio Popular. O jornal teve durante todos esses anos em suas páginas, não fragmentos, mas a história contada na íntegra, de um povo que carrega em si o dom de cativar todos que por aqui passam. Apaixonado que era pelo município, Cleilton difundiu nas páginas do jornal, o mais importante, e os mais belos feitos de um povo guerreiro, que cultiva as suas raízes e sua cultura. Foi sim Cleilton que nos ensinou a amar, sentir Cariacica, dar valor ao município, que tem da agulha ao aço, da cultura ao folclore e muito da valorização de um povo.
Do campo político ao social Cariacica hoje se curva e agradece a esse que foi e será sempre a grande lenda popular desse município. Foi um imensurável prazer participar desse jornal que entrou para os anais da história do município. Como disse a poetisa Clarice Linspector:
“Pensar é um ato, sentir é um fato”.
Pensaremos sempre em Cleilton Gomes e sentiremos sua falta.”
Dilcéia Pimentel – 06/06/05
MeuJornal – 11/06/05
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Informática sem preço
Paraná oferece licença de programas em software livre O governo do Paraná vai oferecer para todas as administrações públicas os seus sistemas de informática desenvolvidos em software livre para uso, publicação, distribuição, reprodução e alteração. O governador Roberto Requião assina a licença durante o 6º Fórum Internacional de Software Livre (FISL), no próximo dia 2 de junho no Centro de Eventos da PUC/RS, em Porto Alegre. A licença garante, também, o desenvolvimento, adequação e distribuição de programas de informática, desde que acompanhado de seus códigos-fonte e de todos os módulos necessários ao funcionamento normal dos programas, mais as rotinas utilizadas para controlar as compilações e instalações, obrigando que todos esses direitos sejam transferidos ou relicenciados gratuitamente. Os desenvolvedores só poderão efetuar cobranças por serviços prestados, como, por exemplo, a gravação de um CD ou mídia equivalente, serviços de entrega e de elaboração de alterações ou customizações no programa e suporte técnico. A licença livre, denominada Licença Pública Genérica para Programas de Computador da Administração Pública (LPG-AP), foi elaborada pelo escritório Kaminski, Cerdeira e Pesserl Advogados Associados. Segundo Nizan Pereira, secretário de Assuntos Estratégicos do governo do Paraná, a licença tem por objetivo colocar à disposição da sociedade todo o conhecimento envolvido na produção dos sistemas governamentais desenvolvidos no Estado pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar). Oferece também a possibilidade de plena auditoria sobre seu funcionamento, o que não implica na transferência de titularidade de qualquer programa, não efetivando renúncia, abdicação ou cessão de direitos autorais. “Além de liberamos o uso de nossos programas, queremos tornar público o conhecimento necessário para elaboração e compreensão dos mecanismos de funcionamento de nossos sistemas”, destaca Nizan. Além da assinatura da licença, o governador Roberto Requião participará da solenidade de abertura do FISL 6.0, onde fará uma palestra sobre o sucesso do software livre no Governo do Paraná. Segundo Mário Teza, da coordenação do FISL 6.0, “o Paraná é o Estado mais avançado no uso do software livre, na divulgação intensiva de seus sistemas e no compartilhamento de suas soluções”. Desde sua primeira edição, em 2000, o Festival Internacional de Software Livre se caracteriza por reunir professores, pesquisadores, estudantes e profissionais para a apresentação de trabalhos de pesquisa e desenvolvimento relacionados a Software Livre. Neste ano estão sendo aguardados cerca de 5 mil participantes de todo o mundo.
Fonte: Revista Consultor Jurídico – 24/05/05
MeuJornal – 30/05/05
_______________________________________________________________ Imprensa livre é isso ai
A Gazeta derruba seu próprio dono Cariê (Carlos Lindenberg Filho) mitológico e venerado empresário da imprensa capixaba foi, em 23 de maio, segunda, receber homenagem ao seu pai em solenidade da Federação do Comércio do Estado do Espírito Santo. Durante o evento aconteceu inauguração estátua do pai de Cariê e o orgulhoso filho, em nome da família, proferiu belo discurso sobre sua paternal figura, o ex-governador Carlos Lindenberg. Aqui entram o raciocínio e as informações do Deep Throat de MeuJornal. Fonte que jorra confiança e capaz de escarafunchar as páginas de um jornal com rara competência e visão aquilina.
Em MeuJornal essa fonte é também chamada de O Vetusto. Vamos lá. Evidente que a estatuação foi reportada pelo jornal A Gazeta , da rede de comunicação com o mesmo nome, que tem Cariê como um dos maiores acionistas e em proporção tal que Cariê é até chamado de dono. O Vetusto apurou que Cariê quis ver publicado em SEU jornal, A Gazeta, não só o registro geral da cerimônia, coberta por reportagem do jornal, como o discurso que ele, Cariê, pronunciou na ocasião. Intrigado por ver o discurso reproduzido à página 19 - editoria de Política – do número 26.370 de A Gazeta sob a forma de A PEDIDO, O Vetusto foi fundo e apurou o seguinte: A Direção de Redação de A Gazeta não quis publicar – não se sabe se no todo ou em parte - o discurso do Cariê, DONO do jornal. Diante da busílis (!) Cariê mandou publicar o discurso.
Só que como matéria paga com o seu - dele, Cariê - rico dinheirinho. Daí, o A PEDIDO. Em letras tamanho bula de ansiolítico, no canto superior direito do bloco com o discurso. Bem. Responda depressa: Quem manda mais em A Gazeta, a julgar por esse episódio: O dono, a Direção de Redação ou o Comercial? Cariê, figura querida e respeitada, talvez ainda nem tenha conhecimento de MeuJornal, coisa só online e que nem uma rotativazinha de milhões de dólares possui. Mas, fica o registro. Cariê, MeuJornal é aberto a colaborações. Não paga por isso, mas, em compensação, aqui o SEU discurso sairia DE GRAÇA. Não é um barato?
Dino Gracio – Dono de MeuJornal :>) - 28/05/05
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Brasil Telecom pode perder concessão da Anatel "A Brasil Telecom pode perder a sua concessão para prestar serviços de telefonia no país por irregularidades na troca de seu comando. A possibilidade é levantada pelo professor de Direito Internacional da USP e juiz do Tribunal Administrativo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Pedro de Abreu Dallari. A possível reviravolta baseia-se na tese de que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), induzida a erro pelo Citibank, aprovou a destituição do Opportunity no comando da operadora como se fosse apenas uma troca de gestor quando, na realidade, verificou-se efetiva alteração de controlador da empresa. O parecer de Dallari, encomendado pela Brasil Telecom, tem por fundamento a Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97), a Resolução 101/99 e o contrato de concessão da operadora. “Nos três casos” – explica Dallari – “determina-se expressamente que, para haver alteração de controle, a Anatel tem de aprovar previamente a troca”. Caso contrário, compara com tintas mais fortes, a aprovação de uma substituição no escuro abriria caminho para entregar uma empresa estratégica a um Cartel de Medellín. A troca do agente de controle se deu nas Ilhas Cayman, onde, pela legislação britânica, a General Partners, do Opportunity, foi substituída por um agente do Citigroup. Precedente perigoso Dallari não se debruça sobre o caso concreto, nem acredita na hipótese da volta de Daniel Dantas ao comando da operadora. Mas aponta a gravidade do precedente e o que considera uma estridente contradição: a Anatel ter aberto um procedimento administrativo para apurar a troca no controle e, antes de chegar a qualquer conclusão, aprovou a destituição – com o voto vencido do presidente da Agência, Elifas Chaves Gurgel do Amaral. “Se a própria Agência tem dúvida sobre a regularidade do ato, não poderia tê-lo aprovado”, argumenta o professor. Na Lei Geral de Telecomunicações, a obrigatoriedade está inscrita no seu artigo 97: “Dependerão de prévia aprovação da Agência a cisão, a fusão, a transformação, a incorporação, a redução do capital da empresa ou a transferência de seu controle societário”. O mais grave, contudo, está no artigo 114, que prevê “a caducidade da concessão”, no caso de infração ao artigo 97. A aprovação do controlador, relata Dallari, é requisito essencial no ato da concessão. “Evidentemente, a eventual troca também depende de aprovação”. Interesse público Para rebater a tese de que a aprovação posterior à troca daria perda de objeto à preliminar, Dallari garante que a hipótese só poderia ser invocada em ato meramente processual. E reproduz os termos da LGT e a sua regulamentação (Resolução 101/99): “Ambas estabelecem que eventual aprovação a posteriori depende de regulamentação específica, o que não foi feito até hoje”. O que está em jogo, afirma o parecerista, não é uma firula procedimental ou mesmo se houve ou não troca de controle no caso concreto, que deve ser uma preocupação de seus administradores. mas o fato de a Constituição ter consagrado um papel mais nobre às agências regulatórias para atender ao interesse público. A contrapartida das privatizações foi a criação de agências com poder para proteger o cidadão.
“Conselheiros de uma agência não podem abrir mão de uma prerrogativa que é da sociedade. Se abandonamos essa proteção, em nome do liberalismo, estamos perdidos”.
Fonte: Revista Consultor Jurídico (29/04/05)
MeuJornal (30/04/05)
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Do transistor ao digital
A nova era de ouro do rádio "Três capas de cadernos (os de informática do Estado e do Globo, e a "Ilustrada", da Folha) foram dedicadas na segunda-feira (25/4) às novas possibilidades do rádio na era digital (ver remissões abaixo). Anunciam a exploração de diferentes possibilidades, entre elas transmissão por satélite, rádio digital, rádio visual (que permite ao ouvinte ler num visor o que está sendo transmitido, ou ver imagens associadas ao som) e recepção via celular. A mobilidade nasceu com o próprio rádio, empregado em larga escala na Primeira Guerra Mundial. Rádio de ondas curtas era equipamento obrigatório para quem acompanhava passo a passo o desenrolar da Segunda Guerra Mundial. Rádio de pilha, com fones de ouvido, existe na França desde 1920. O transistor foi inventado em 1947 e já na década de 1950 era possível ir ao campo de futebol com o rádio colado ao ouvido. Essa faculdade de estar em toda parte, que cada vez mais caracteriza a internet, é inata no rádio. Mas a programação do rádio, até muito recentemente, foi um fluxo contínuo na dimensão única do tempo. Gravar requeria, se não equipamentos muito complexos, rolos e rolos de fita. Só as emissoras e a censura tinham recursos para tanto. A nova base tecnológica A faculdade de publicar arquivos na internet levará a mudanças no modelo de operação das emissoras, que deixam de ter monopólio do conteúdo. Na internet não é necessário ter concessão para publicar texto, imagem e som.
A punição das transgressões à lei se dá ex post facto. A possibilidade de guardar por tempo indefinido os arquivos vai mudar a relação do ouvinte com o rádio (e com a televisão também). A audiência deixará de se congregar em função de um horário. O programa continuará sendo a referência, mas sua localização se dará numa URL [uniform resource locator, o endereço global de documentos e fontes de pesquisa na web], não no tempo. Demandas cada vez mais segmentadas abrirão novas possibilidades para quem tiver o que oferecer. Como aconteceu na televisão a cabo e na internet. E, que ninguém se iluda, a relação entre qualidade e lixo provavelmente se manterá constante. Mas a possibilidade de fazer algo de qualidade dependerá menos de financiamento condicionado a interesses de vista curta. Essa radical alteração na esfera pública criará novas modalidades de problemas para o sistema democrático (nas ditaduras é possível controlar a entrada de conteúdos na rede, como têm provado China e Cuba, por exemplo). E obrigará os homens a encontrar novas soluções. Agilidade e simplicidade Como cada etapa tecnológica alcançada pela humanidade convive com as tecnologias anteriores, e os usuários delas são contemporâneos, mesmo quando não-coetâneos, nenhuma tecnologia, como já se tem dito à exaustão, matou a precedente. A velha e boa palavra falada, e a velha e boa música sobreviveram no rádio, como se à espera do momento de serem transportadas para a esfera da interatividade em grande escala. O momento chegou, e o rádio, difusor da voz humana e dos sons que o homem produz, se prepara em todos os países para mostrar o que é capaz de fazer – com uma agilidade e uma simplicidade que nenhum outro meio de comunicação conhece. "
Mauro Malin - Fonte: Observatório da Imprensa (27/04/05)
MeuJornal (30/04/05)
______________________________________________ "Americano é condenado a nove anos de prisão por enviar spams Um americano, considerado um dos maiores distribuidores de spams do mundo e acusado de ter enviado milhões de correios eletrônicos não desejados, foi condenado a nove anos de prisão por um tribunal da Virgínia. Jeremy Jaynes é a primeira pessoa a ser condenado à prisão nos Estados Unidos por enviar spams, informou a promotora Lisa Hicks-Thomas. O governo americano lançou no ano passado uma vasta campanha contra os "spamers" e o Estado de Virgínia possui uma das legislações mais severas dos Estados Unidos contra pessoas que se dedicam a enviar esse tipo de correio eletrônico. Jaynes, que utilizava o pseudônimo de Gaven Stubberfield, não se contentava e enviar apenas mensagens não solicitadas, como também bloqueava o circuito para que ninguém pudesse rastrear a origem dos e-mails não desejados, informou Hicks-Thomas. Segundo um site especializado no tema, Jaynes era o "spamer" mais prolífico do mundo. Hicks-Thomas disse ainda que Jaynes devia embolsar entre US$ 500 mil e US$ 750 mil por mês graças a estes spams, principalmente pornográficos. A promotoria apresentou mais de 53 mil provas de correios eletrônicos ilegais enviados por Haynes, com nome falso e falso endereço de origem. As autoridades também calcularam em 10 milhões o número de e-mails enviados diariamente por Haynes. Jaynes possuía ilegalmente uma base de dados dos membros da America On Line (AOL), que representa 84 milhões de endereços eletrônicos."
Fonte: Tuliovianna.org (10-04-05)
MeuJornal (10-04-05)
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Orai e noticiai
“A fé tem arma secreta: jornal A imprensa do Rio de Janeiro pode ganhar dois novos personagens, segundo informações confiáveis. Em outubro passado, a Igreja Universal mostrou ser a segunda força eleitoral na eleição municipal e o prefeito César Maia só ganhou no primeiro turno porque teve o decisivo apoio da Arquidiocese, mobilizador de milhares de votos católicos, assustados pela possível vitória do candidato evangélico, senador Marcelo Crivella. A Igreja Universal tem um grande e moderno parque gráfico no Rio, mas não tem rotativa para jornais. Folha Universal, o jornal de maior circulação e mais lucrativo do país – 1.879.250 exemplares em sua edição de 20-26/3/2005 – sem encalhe, tudo vendido em suas igrejas, é impresso em Belo Horizonte, onde a Universal tem o diário Hoje em Dia, ex-Newton Cardoso. Agora pensa seriamente em lançar outro no Rio. Há até plano para trazer a rotativa de BH. Além da alternativa de lançar um novo título, a Universal discute com o sr. Nelson Tanure a possibilidade de assumir o controle do JB e teve conversa semelhante com O Dia, onde pelo menos uma das três sócias defende a venda por não acreditar em recuperação dos bons tempos do jornal. A Igreja Católica, por sua vez, não está quieta diante do que considera uma séria ameaça. Incorporou a Rede Capital e obteve na Alemanha, para a Rádio Catedral, a doação do mais poderoso equipamento de transmissão no Estado do Rio de Janeiro. Agora tem um grupo de trabalho planejando também um jornal diário. Esse projeto tem apoio forte, mas na surdina, do prefeito César Maia. Além do “perigo” evangélico, teme que a hostilidade de O GLOBO à Prefeitura, assumida desde o início da chamada “crise da saúde”, se mantenha até 2006. O “perigo” poderia se tornar ainda mais sério se um candidato da Universal (provavelmente o próprio senador Crivella) conseguir o apoio do casal Garotinho e das duas alas da Assembléia de Deus. A Assembléia ainda é a maior denominação evangélica, mas está dividida em duas alas e seus sucessos eleitorais ainda não atingiram o Poder Executivo. O vice-prefeito do Rio é Otávio Leite, ex-vereador e ex-deputado até agora não contaminado por propinodutos, mensalões e outras malandragens, comuns na Câmara Municipal e na Assembléia Legislativa. Além dessa imagem sem suspeitas, tem outro atributo que o torna um bom trunfo para César Maia: Otávio é católico carismático, praticante e militante. Se o prefeito deixar o cargo para tentar o governo estadual ou a presidência da República, estará entregando o comando da Prefeitura a uma pessoa de confiança da Arquidiocese, o que, evidentemente, ajuda as conversações em clima superdiscreto, quase de confessionário. Todos esses papos sobre jornais ainda não tiveram qualquer conclusão prática, mas isso não significa um desfecho distante. Se César atravessar o Rubicão e anunciar que a sorte estará lançada na eleição (seja ela qual for), ou Crivella imitar Villegaignon* e buscar a instauração do poder calvinista no Estado do Rio, os dois poderão ter nas mãos jornais novos (ou velhos com almas novas). * Para quem não é do Rio: O almirante Nicolau Durand de Villegaignon chegou ao porto do Rio em 1555, buscando fundar a França Antártica, empreendimento comercial e religioso, porque seria um refúgio para os protestantes de seu país. Os franceses fizeram uma aliança com os tupinambás e outras tribos – a Confederação dos Tamoios – em luta contra a escravidão imposta pelos portugueses. Mas estes, com a ajuda dos jesuítas e do cacique traidor Araribóia (traidor dos outros índios porque ajudava a escravizá-los), conseguiram expulsar os franceses 12 anos depois.
Milton Coelho da Graça, Comunique-se (29-03-05)
MeuJornal (30-03-05)
____________________________________________________ "1605, o primeiro jornal A Associação Mundial de Jornais acaba de aceitar como verdadeiras as evidências oferecidas pelo Museu Gutenberg (onde está exposta a primeira impressora do mundo), em Mainz, na Alemanha, de que ...o primeiro jornal do planeta foi produzido em 1605 por um tal Johann Carolus. Estabelecido em Estrasburgo, que no início do século 17 fazia parte do império alemão e hoje pertence à França, Carolus pagava a uma rede de correspondentes e recebia notícias de outras cidades. Os relatos eram inicialmente escritos a mão, sob o título Relationen, e vendidos por bom preço para assinantes ricos. O fundador do Museu Gutenberg, Martin Welker, e seu parceiro na descoberta, o historiador Jean Pierre Kintz, garantem que as cópias manuscritas já circulavam em 1604. Segundo os dois pesquisadores, Carolus adquiriu uma prensa naquele ano e, em 1605, começou a distribuir cópias impressas de seu Relationen. Já naquela época, ele calculava que ganharia muito mais dinheiro aumentando a circulação de seu jornal. Em outubro de 1605, conforme documentos descobertos em Estrasburgo, Johann Carolus encaminhou uma petição ao Conselho da cidade pedindo proteção contra a reprodução do seu conteúdo por outros impressores (ao lado). Antes dessa descoberta, a Associação Mundial de Jornais aceitava como data do nascimento do jornalismo como o conhecemos o ano de 1609, ano de impressão das edições mais antigas ainda preservadas. O achado de Welke e Kintz faz de 2005 o 400º aniversário do jornalismo, que será comemorado em julho, quando o Museu Gutenberg abrirá uma exposição que irá contar a história dessa instituição que acompanha e registra há quatro séculos os fatos mais relevantes do dia-a-dia. "
Luciano Martins Costa, jornalista – Fonte: Observatório da Imprensa (08-03-05)
MeuJornal (20-03-05)
_____________________________________________ Turismo do Espírito Santo
Abandone o processador de texto; use software de banco de dados João Zuccaratto O Manual de Planejamento e Gestão do Turismo que o Governo do Estado do Espírito Santo editou recentemente afirma que “o turismo é uma das atividades que mais contribuem para manter uma economia forte e estável, dentro de padrões sustentáveis de desenvolvimento”. Isto é possível porque, para produzir e distribuir renda, o turismo agrega às suas atividades conceitos como a melhoria da qualidade de vida, a valorização das manifestações culturais, o resgate da história,
a recuperação de
espaços degradados e a proteção ao meio ambiente. E a matéria-prima a partir da qual o turismo constrói seus produtos está presente em todas as comunidades, das bem simples às bastante sofisticadas: belezas naturais, herança culinária, dons para o artesanato, musicalidade popular, fervor religioso, patrimônio arquitetônico etc. Para dar partida ao processo de desenvolvimento do turismo, segundo a mesma publicação, é preciso estabelecer os objetivos que se quer alcançar, trabalhando de forma participativa e com
integração de todos os envolvidos, além de estipular metas realistas em prazos factíveis. Este processo de planejamento do turismo será tanto mais objetivo quanto mais conhecimentos relevantes forem acumulados de forma organizada, de maneira a facilitar o acesso aos mesmos pelos interessados: empreendedores, investidores, estudantes, sociedade, imprensa, turistas... Parte disto é possível com um Sistema de Informações que tenha uma rotina de entrada e saída de dados para manter atualizado o Inventário Turístico: ou seja, as fichas que resumem os atrativos, produtos, equipamentos, serviços e tudo o mais que se tem a oferecer ao visitante. Diante da realidade atual, este banco de dados para o turismo tem que ser informatizado, mas não no modo arquivo texto, como ocorre normalmente, e sim agrupado na forma de registros que possam ser selecionados segundo seus elementos comuns e até consultados via Internet. Assim, o Inventário Turístico se forma num ambiente magnético padronizado, que permite sua manipulação contínua, com inclusão de novidades a qualquer instante e exclusão do obsoleto sempre que necessário, além de estar disponível para sua disseminação por vias digitais. Neste nosso dia-a-dia Microsoft, implica em abandonar o Word e se envolver com o Access e, a partir daí, apoiar a digitação em formulários eletrônicos, acumular o conhecimento em tabelas, gerar consultas diversas por palavras-chave e produzir e imprimir relatórios consistentes.
João Zuccaratto (06-03-05) - O autor, além de publicitário, é presidente da seccional Espírito Santo da Associação Brasileira dos Jornalistas Especializados em Turismo — Abrajet-ES e está se especializando em agregar qualidade para a informação, seja esta expressa em texto ou em dados.
MeuJornal (07-03-05)
______________________________________________________________ Apple, primeira; Al Jazeera, quinta; MeuJornal, traço. A revista online Brandchannel divulgou resultado de pesquisa entre cerca de 2000 executivos que apontou a Al Jazeera como a quinta marca mais influente em 2004. A Apple, primeira classificada, desbancou o Google, vencedora do ranking em 2003. O destaque da Al Jazeera é analisado por apresentar “um ponto de vista alternativo”, segundo Robin Rusch, editor da Brandchannel. Interessante também é a presença, na relação, de uma rede de móveis - sueca- , a Ikea, e de uma cafeteria, a Starbucks. MeuJornal, putz, não foi lembrado :>( As 5 primeiras marcaças:
Apple
Google
Ikea
Starbucks
Al Jazeera
Dino Gracio, MeuJornal – Fonte: FN (futucando na net) – 31-01-05
____________________________________________________________ Worm
Bluetooth permite minhoca de Velasco esburacar celulares O brasileiro Marcos Velasco, 32 anos, de Volta Redonda, Minas Gerais, desenvolveu o código de um vírus – os especialistas classificam a coisa como worm (minhoca) – que "salta" entre celulares e de nome, ora, Velasco. Basta que alguém que porte um celular passe próximo a outra pessoa com celular que utiliza tecnologia Bluetooth para que a minhoca do Velasco “pule” de um aparelho (número) para o outro.
Aparecerá no celular esburacado uma mensagem “Install Velasco? ” e se o incauto – ou curioso, ou desejoso, ou desinformado - indivíduo clicar Yes, estará minhocado. A minhoca – saltitante - do Velasco, tira proveito de certas características - ou falha (gap) - da freqüência de ondas-curtas com a tecnologia Bluetooth. Segundo Velasco, cuja minhoca não causaria nenhum dano aos celulares onde é instalada, seu trabalho teria cunho de pesquisa e testa teorias e os limites da segurança dos meios de comunicação eletrônicos, inclusive celulares. Por aí, sua dedução é que o que faz pode ser útil. Autoridades e especialistas em segurança eletrônica chamam Velasco até de palhaço, por divulgar publicamente o que está fazendo e por ainda proporcionar – com a mensagem - uma chance de escolha para aceitação ou não da instalação do seu vírus, ou melhor, worm, ou melhor, minhoca.
A notícia apareceu hoje (24-01) no The New York Times, escrita por
Tom Zeller Jr e com o título “A Virus Writer Tests the Limits in Cellphones”.
A matéria cita mas não divulga o site do Velasco (Mr.Velasco, para o poderoso jornalão norte-americano). O site está no Google.
E tem o nome de Marcos Velasco Security: www.velasco.com.br Velasco é desenvolvedor de sistemas e programas de segurança eletrônica - vejam só - e possui uma grande coleção de antigos computadores que pretende expor em breve ao público. Assim não serão necessárias invasões ao museu do Mr.Velasco.
Dino Gracio, MeuJornal (24-01-05) com informações do The New York Times (24-01-05)
____________________________________________________________ "Da usurpação de moderação de comunidades do Orkut Se houvesse um prêmio para o hacker brasileiro do ano, o troféu de 2004, sem dúvida, iria para Vinicius K-Max que, na última semana do ano, conseguiu usurpar a moderação de cerca de 26 das maiores comunidades do Orkut. É claro que muitos diriam que Vinicius não é propriamente um hacker, pois usou um velho truque, explorando uma vulnerabilidade do Internet Explorer que possibilita a interceptação por terceiros dos cookies armazenados no navegador. A habilidade de um hacker, porém, não pode ser medida tão-somente pela sofisticação de suas técnicas, mas por sua criatividade e principalmente pelos efeitos de suas ações. Basta dizer que muitos conheciam a vulnerabilidade, mas somente Vinicius teve a idéia de explorá-la conjugando-a com falhas de segurança do Orkut. Valendo-se da velha, mas efetiva tática do phishing scam, Vinicius enviou mensagem aos moderadores das maiores comunidades do Orkut, incitando-os a clicar em um link de uma página especialmente elaborada para apropriar-se dos cookies das vítimas. De posse dos cookies, Vinicius transfeririu provisoriamente a moderação das comunidades para seu perfil e inseriu na descrição de cada uma delas uma mensagem alertando para as fragilidades de segurança do navegador Internet Explorer e convidando a todos a migrarem para o Mozilla Firefox. Não tardou para que os expertos em Direito Informático iniciassem as discussões sobre qual crime Vinicius teria praticado. Em princípio, necessário se faz definir a natureza jurídica das comunidades do Orkut, objeto material do suposto delito. Seriam elas mero objeto de direito e, portanto, propriedade de seu moderador-fundador? Ou verdadeiras instituições, das quais o moderador-fundador seria não proprietário, mas diretor-presidente? Há na verdade, dois elementos a serem levados em conta: 1. o conjunto de pessoas associadas com o fim de debater sobre determinado assunto que, quando ingressaram na comunidade, aceitaram a liderança do moderador e aderiram às normas impostas por ele, o que constitui uma associação cultural sem fins lucrativos, portanto, um ente sujeito de direitos. 2. o produto intelectual desta instituição consistente no conjunto dos textos escritos na comunidade e armazenados no servidor do Orkut que constitui patrimônio intelectual organizado pelo autor e, portanto, objeto de tutela pelos direitos autorais; Se tomarmos o primeiro elemento como objeto material do delito, só se poderia cogitar em crime caso o Orkut fosse um site estatal, pois, nesta hipótese, caracterizaria o crime do art.328 do Código Penal, já que ao assumir a moderação das comunidades, o hacker teria usurpado o exercício de uma função pública . O Orkut, porém, é um site privado e, diante da ausência de tipificação do crime de “usurpação do exercício de função privada”, solução outra não há senão fixarmos nossa análise no aspecto objetivo das comunidades do Orkut. Resta-nos amparar nossa tipificação no elemento objetivo das comunidades do Orkut, pois é evidente que o conjunto de textos resultantes das discussões são inequivocamente produção intelectual a ser resguardada pelo Direito Autoral. Tal como em uma obra coletiva na qual vários autores escrevem capítulos de um livro que é publicado com créditos em destaque para seu organizador, as comunidades do Orkut têm como co-autores todos os seus membros e como organizadores os seus moderadores.
Estes são responsáveis não só por apagarem conteúdo ofensivo, repetitivo e desviado do tema da comunidade, mas também pela seleção dos co-autores da obra que mesmo em comunidades abertas podem ser banidos pelos moderadores, caso estejam perturbando o processo de criação dos demais co-autores. Conclui-se, pois, que a usurpação da moderação de comunidades do Orkut constitui verdadeira violação de direito autoral do organizador da obra e, portanto, punível nos termos do art.184 do Código Penal Brasileiro. Vinicius, no entanto, ao devolver as comunidades a seus legítimos moderadores, demonstrou não ter efetivo dolo de violar direitos autorais, tornando assim atípica sua conduta. O episódio, porém, demonstrou as fragilidades do Orkut a seus usuários e, principalmente, fez a comunidade jurídica atentar para as inúmeras repercussões jurídicas da proliferação de redes de relacionamento no estilo do Orkut.
Fonte: Túlio Vianna (06-01-05)
MeuJornal (18-01-05)
______________________________________________ McAffe diz que ataques de virus de
risco médio cresceram 130% em 2004 "Ataques de vírus classificados como de Médio risco - ou mais perigosos- tiveram dramático aumento em 2004, passando de 20 ataques em 2003 para 46 em 2004. “O crescimento do número de vírus, worms, Pishings, adware e incremento de vulnerabilidade ultrapassou o que notamos no último ano”, declarou o Vice Presidente da McAfee, Vincent Gullotto. “Apesar de verificarmos um decréscimo em torno de 5% ano a ano no índice de produção de vírus entre 2000 e 2003, vimos um aumento em 2004 que tanto pode ser atribuído à disputa entre os criadores do Bagle e do Netsky, bem como à falta de cuidados na aceitação de adwares ou uso de programas de busca.” Durante o primeiro semestre de 2004, 50 novos vírus de computador e de vários níveis de risco foram descobertos diariamente. Aumento também de Pishing
Como registrado pelo Grupo de Trabalho Anti-Phishing, uma associação da McAffe criada recentemente para auxiliar na caça e identificação de fraudes eletrônicas, em janeiro de 2004 176 ataques de pishings prejudicaram usuários descuidados na divulgação de informações financeiras através de websites. Em junho do mesmo ano, o número de vítimas de pishings subiu como um foguete e atingiu 1472. Mais spyware e adware em 2005 A McAfee prevê para 2005 um crescimento de conteúdo indesejado transmitido por
e-mail e de outras formas pela web e com crescentes complexidades de ameaças, como combinações de spam e Phishing.
Pior, spam instaladores de spyware também aumentarão as dores de cabeça dos usuários de computadores.
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As 10 maiores pragas
da internet em 2004
(segundo McAfee) 1-Adware-180
2-Adware-Gator
3-Exploit-ByteVerify
4-Exploit-MhtRedir
5-JS/Noclose
6-W32/Bagle
7-W32/Mydoom
8-W32/Netsky
9-W32/Sasser
10-W32/Sdbot (incluindo sdbot, gaobot, polybot, spybot)
Fonte: McAfee Dispatch (07-01-05)
Traduzido de mensagem em inglês por Dino Gracio, MeuJornal (09-01-05)
_____________________________________________________________ HD tem 10 giga e menos de 1 polegada A Hitachi apresentou sua mais nova proeza eletrônica: um hard-drive (HD) com menos de 1 polegada e capacidade de 10 giga. O novo HD, que recebeu da Hitachi o nome de Mikey, é atração na 2005 International Consumer Electronics Show que acontece até domingo, 9, em Las Vegas, Estados Unidos. A previsão é que Mikey estará à venda no mercado lá pelo meio deste ano. O trocadilho infame a respeito é que Mikei é um rato com memória de elefante.
Dino Gracio, MeuJornal – FI(futucando na internet) - (06-01-05)
____________________________________________________________ Campanhas "cidadãs"
A publicidade de choque “Figure-se um cartaz enorme na saída da cidade, onde se lê no alto: "230cv, 237 km/h , de 0 a 100 em 6'1"; no centro, os destroços de um carro; embaixo, "modelo 4 idiotas a menos". Não é preciso dar asas à imaginação para interpretar: quatro jovens amantes da velocidade morreram por esse amor "idiota" numa estrada qualquer. O cartaz-manifesto, fruto de uma campanha do governo da região da Emília-Romagna centro da Itália), tem como autor o conhecido fotógrafo e publicitário Olivero Toscani. Até aí, tudo mais ou menos normal, já que, por um lado, as estatísticas de acidentes de automóveis nas estradas italianas são tidas como altamente preocupantes e, por outro, conhece-se o estilo algo contundente de Toscani, desde as campanhas que produziu para a Benetton. O problema é que Genaro Rossi, pai de um jovem morto em desastre automobilístico juntamente com três amigos (o mesmo acidente da foto exibida no cartaz) decidiu processar tanto o publicitário quanto o governo da região por "difamação e injúria de cadáver, além de incitação ao massacre". "E os outros?" Foram vários os jornais italianos a dar conta, no mês de dezembro passado, do imbróglio. O La Stampa , prestigioso diário regional, observa que, pela primeira vez, alguém recorre à Justiça por um assunto dessa ordem, exatamente num momento em que parece proliferar a chamada "publicidade de choque", destinada a impactar os sentidos e a consciência de um alvo (target, no jargão publicitário) definido como "cidadania". Em vários pontos da Europa, mensagens cada vez mais ameaçadoras oscilam tematicamente entre os malefícios do cigarro e os horrores da droga. Seja em Londres ou em Paris, por exemplo, diferentes campanhas antidrogas e antiálcool baseiam-se em inquietantes seqüências de primeiros planos que mostram a progressiva decadência física dos tóxico-dependentes. Mas a questão juridicamente levantada por Genaro Rossi dá foros de controvérsia a esse estilo publicitário. À imprensa, ele explica: "O meu filho Paolo morreu no acidente que envolveu três outros jovens. Tinha 21 anos e não estava na direção. Quando vi aquele cartaz na Feira de Rimini com o insulto ‘quatro idiotas', pedi que o retirassem, porque me fazia muito mal. Como o pessoal do stand oficial se recusasse, chamei os policiais presentes, interpelei o diretor-geral, mas não adiantou. Fui embora zangado. Consultei então um advogado e apresentei denúncia ontra Olivero Toscani e a Região da Emilia-Romagna, que lhe havia encomendado a campanha". Para Rossi, a ação judicial justifica-se pelo fato de que um pai enlutado, frente às palavras do cartaz, pode sentir-se compelido a cometer atos extremos: "Eu não compreendo essa mensagem. Vamos admitir que o acidente tenha sido culpa de um idiota. E os outros? Não sei de verdade aonde querem chegar com essa campanha". Exaltação do ego Por mais complicado que seja tomar um partido, a realidade é que Rossi não está reagindo apenas emocionalmente quando diz não saber "aonde querem chegar". Nem sempre os publicitários, mesmo quando são bons, sabem exatamente aonde querem chegar em termos sociais, já que na prática tratam primeiro de satisfazer tecnicamente à demanda de seus clientes. Isto pode não colocar maiores problemas quando se trata de produtos comerciais, mas o mesmo não se pode dizer de campanhas referentes à "cidadania". Neste último caso, intervêm de algum modo as regras da lógica social, que podem ser extremamente ambíguas. "Sabe-se o que confere à teoria física o seu rigor: são as regras da lógica formal. Não se sabe, porém, o que dá rigor à teoria que cada um aplica à sociedade antes de agir", diz Jean-Pierre Courtial, um velho analista do discurso midiático. De fato, o discurso da argumentação pela qual os publicitários legitimam a sua profissão implica uma representação da sociedade, de seus mecanismos e um vocabulário social que variam com freqüência de uma categoria social a outra. Ao mesmo tempo, os argumentos de legitimação – a publicidade faz vender, a publicidade é informação, a publicidade é comunicação, a publicidade é inovação, a publicidade é a democratização do consumo – consistem em presumíveis "leis da opinião pública", que nem sempre se comprovam quando aplicadas à diversidade dos temas sociais, mas que tendem a ser aceitas sem maiores discussões pela comunidade profissional dos criadores de anúncios. No caso do cartaz de Olivero Toscani, é possível levantar o argumento da inovação publicitária. A mensagem-choque serviria, por seu ineditismo, para arrancar o cidadão de um suposto torpor coletivo frente a problemas tidos como muito sérios e levá-lo a intervir socialmente. Entretanto, o protesto de Genaro Rossi deixa entrever a dúvida – partilhada por cidadãos comuns e, também, por muitos publicitários – quanto ao bom senso social de mensagens dessa ordem. A suspeita é que elas poderiam não servir a nada mais do que a exaltação do ego criativo dos publicitários.”
Muniz Sodré, jornalista, professor-titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Copyleft do Observatório de Imprensa (05-01-05)
MeuJornal (05-01-05)
_____________________________________________________________ Microcomputador
Dicas para comprar bem "Algumas vezes ouvimos dizer que um bom micro é o equipamento topo de linha. Na verdade, um bom micro é aquele que você conhece desde antes da compra. Aqui, conhecer quer dizer ter certeza do que estará levando para casa. Um computador é como um automóvel moderno. Os componentes são fabricados por diversas empresas e as que vendem microcomputadores escolhem as peças que desejam utilizar. O que você precisa saber: marcas e modelos, bem como os fabricantes daqueles. Quem oferece um computador pode montá-lo com peças de excelente ou de péssima qualidade. E entre estes dois extremos existe uma enorme variedade de "qualidades". Não é necessário ser especialista para comprar um micro. Mas um amigo de confiança e que seja um profissional da área (não vale aquele amigo que abre os micros dos vizinhos por passatempo ou para complementar renda) é essencial. Ele poderá ajudar fazendo uma análise das configurações que você escolheu. No site indicado acima você clica em um ícone e imprime as configurações dos microcomputadores. Até hoje não vi site melhor elaborado que o da Hard Company ( www.hardcompany.com.br ) no sentido de fornecer informações corretas para o comprador. Lá até mesmo as fotos são reais, ou seja, não são ilustrativas. Se você compra um micro na cor bege, o gabinete é aquele da foto. Assim como o gabinete preto e prata. Não existem surpresas. Agora, uma analogia. Suponha que você fosse comprar um carro e o vendedor falasse que o que ele oferece tem 5 rodas, sendo uma reserva, um motor, volante, dois bancos pequenos na frente e um maior atrás, três pedais, um câmbio com 5 marchas e parasse por aí. Você compraria este carro? Mesmo se o vendedor também dissesse a marca e modelo? Não, certo? O carro do exemplo poderia bem ser mais rápido e bonito que uma Ferrari, mas poderia ser mais lento e desengonçado que uma carroça, concorda? Pois é deste jeito que muitas empresas vendem computadores. Algumas dão mais detalhes, outras menos. As que omitem informações ficam com uma boa margem para montá-lo. Lembra das peças de excelente ou de péssima qualidade lá de cima? Pois é. Com tão poucos detalhes não surpreende que equipamentos que parecem iguais tenham diferença de preços. Uma coisa que dificultar ainda mais é a impossibilidade de ver o micro antes da compra. Neste mercado existe esta desvantagem. Mas em muitos outros você vê o micro e o atendente não sabe o que tem ali dentro. É apenas um vendedor. O que fazer então? Documentos na mão dão segurança. A configuração do equipamento em detalhes. E depois da compra, peça ao teu amigo para comprovar ou não se está tudo certo. Mesmo com o micro lacrado existem programas que detalham o que tem lá dentro. Quer ficar ainda mais seguro? Procure informações sobre a empresa. Dois tipos são importantes: sobre a própria empresa (entidades de defesa do consumidor podem ser consultadas) sobre as parcerias da mesma. Quetione com quem ela trabalha, se está cadastrada junto a grandes empresas como Intel e AMD, por exemplo, se participa de algum programa de incentivo, treinamento e de suporte das mesmas. E verifique a veracidade do que disserem. Invista um pouco de tempo antes de comprar.
É melhor fazer isto antes que depois. O responsável pelo assistência técnica não deve ser esquecido. O ideal é quem vende prestar também a Assistência Técnica Autorizada.
Se há boas informações sobre a empresa responsável pela venda, serão boas as chances de contar com uma assistência técnica de qualidade da mesma E no mais, é bom divertimento com seu novo brinquedo."
Alex Brum Machado, Logan Informática (29-11-04) (alex@logan.com.br)
MeuJornal (28-12-04)
___________________________________________________ Para enrolar no serviço
Websense lista os dez sites mais visitados na Web (São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se) São Paulo, 23 de dezembro, 2004— A Websense, Inc. (NASDAQ: WBSN), líder mundial em soluções para gerenciamento de Internet para funcionários, divulgou hoje seu ranking dos dez sites mais visitados na Web para matar o tempo no trabalho.
Por toda a época de festas no final do ano, as cargas de trabalho tendem a diminuir e os funcionários passam a se preocupar com suas férias e viagens de visita a suas famílias. Neste período, a Internet pode ser uma grande distração, diminuindo a produtividade dos funcionários. A solução Websense Enterprise® oferece a capacidade de gerenciar o uso pessoal dos funcionários e ainda manter os benefícios do acesso à Internet através de uma organização. De acordo com a Websense, o mau uso da Internet no trabalho custa mundialmente às empresas mais de US$85 bilhões anualmente em perda de produtividade, e um terço do tempo gasto online no trabalho não é relacionado ao trabalho em si. Na verdade, ao longo do ano e especialmente durante as festas de fim de ano, existe um grupo distinto de sites que atendem ao desejo dos funcionários de matar o tempo durante a jornada de trabalho. Esses sites oferecem humor, jogos, romance, música, esportes e entretenimento, tudo em um só lugar. Os seguintes *sites foram organizados com base em quanto entretenimento oferecem, sua criatividade, e sua capacidade de incentivar a distração dos funcionários: 1. Ishouldbeworking.com – “Vagabundos Sejam Bem-Vindos”
2. Corporatedump.com – “A arte de desperdiçar dinheiro da empresa”
3. Wasteoftime.com - “Porque produtividade é um saco”
4. Officediversions.com – “Centro de estudos da redução da produtividade”
5. Bored.com – “Para aqueles 15 minutos de descanso no escritório”
6. Gotboredom.com – “…conhecido por curar casos leves e graves de tédio”
7. Procrastination.com – “Aqui a Protelação é uma boa coisa”
8. Slackersguild.com – “O que você quer fazer mal-feito hoje?”
9. Officeboredom.com – “Jogos online para os estressados crônicos”
10. Boredatwork.com – “O trabalho é o flagelo das classes bebedoras”. Estes sites exibem uma enorme coleção de links, charadas, idéias para pregar peças no escritório, citações, quadros de mensagens, e muitos deles estão equipados com ‘botões de pânico', que exibem uma planilha falsa ou alguma página de aparência mais inocente caso o chefe apareça. O software de filtragem web customizável e flexível da Websense oferece inúmeras opções de gerenciamento do acesso à Internet, além dos recursos básicos de ”bloquear” ou “liberar” dos outros produtos de filtragem web. Opções de regulamento patenteadas pela Websense incluem cotas de tempo, nas quais as organizações estabelecem limites diários de acesso de funcionários a categorias ou sites não relacionados ao trabalho, tais como os de entretenimento, e notificam um usuário quando ele tem de usar tempo da sua cota para acessar um site. Por exemplo, um funcionário pode receber 60 minutos por dia para atividades pessoais online. “Empregadores esperam que suas equipes não estejam gastando horas e horas em sites que reduzem sua produtividade”, disse Leo J. Cole, vice-presidente de marketing da Websense, Inc. “É saudável descansar do trabalho ao longo da jornada em doses gerenciadas. O software Websense permite que as organizações estabeleçam regras para que seus funcionários possam acessar estes sites por períodos curtos ao longo do dia, permitindo o gerenciamento e não o banimento dos sites de entretenimento durante as festas de fim de ano”. A sofisticada tecnologia do Websense ainda permite a filtragem por hora do dia, onde certos tipos de site podem estar disponíveis antes e depois do horário de trabalho ou durante o período do almoço, e uma opção para continuar que notifica o usuário que o site é considerado como não relacionado ao trabalho, permitindo imediatamente o acesso após notificar que este será informado ao administrador. Cada pedido de acesso a um site é verificado junto ao banco de dados Websense® URL e às regras de Internet associadas ao funcionário. O banco de dados Websense® URL atualmente contém mais de 8 milhões de sites, incluindo aqueles mais freqüentemente acessados por funcionários. Oferecendo a mais alta precisão, existem hoje mais de 500 mil sites incluídos na categoria de filtragem ‘Entretenimento'.
Sobre a Websense, Inc.
A Websense, Inc. (NASDAQ: WBSN), ... permite que as organizações otimizem o uso dos recursos de computação pelos empregados e minimizem as novas ameaças relacionadas ao uso da Internet, incluindo mensagens instantâneas, compartilhamento de arquivos P2P e spyware.... "
www.websense.com/brasil
*NE - sites em inglês
Patrícia, jornalista (22-12-04) – Fonte: IMS Brasil
MeuJornal (26-12-04)
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GSA, parceira de Meujornal, recebe ISO - 9001/2000 “No dia 2 deste mês de dezembro tivemos o orgulho e honra ao receber o "CERTIFICADO ISO - 9001/2000", de validade internacional, em respeito rigoroso às normas de qualidade industrial. Temos certeza absoluta de que este marco histórico em nossa empresa, no ano em que comemoramos 35 anos de atividade no mercado gráfico capixaba, só faz aumentar nossa responsabilidade em cada vez mais nos aprimorarmos para evoluir no atendimento aos nossos clientes. Na verdade, caros amigos e parceiros, o ano de 2004 foi de grandes conquistas para nossa empresa e estamos muito felizes por isto. Alguns títulos muito importantes para nós:
- Colibri de Ouro, como fornecedor do ano;
- Líder Empresarial "Negócios de Sucesso";
- Inauguração do Centro Cultural GSA / museu gráfico;
- Nova marca institucional;
- Investimentos estratégicos em marketing/comunicação.
Que 2005 seja um ano de intensos trabalhos e realizações para todos nós, é o nosso desejo mais franco e transparente. Dos amigos, Conrado, Carlos, Tavares e equipe GSA.”
Fonte: Bruno, Assessoria de Comunicação GSA (08-12-05)
MeuJornal
(11-12-04)
__________________________________________________ 2 YzY - Sistema capixaba gratuito facilita
navegar na net e concorre ao iBEST 2005 “Em janeiro de 2002 foi lançado na Internet o sistema de apoio à navegação WEB chamado 2 YzY (lê-se "too easy", de "muito fácil").
Projeto 100% capixaba, em 2004 já contava com usuários em 47 países e clientes como Ponto Frio, Som Livre, Sonótica e Intel do Brasil, a banda capixaba Manimal, o site Câncer de Mama, entre muitos outros. Gratuito para o internauta, o 2 YzY permite que o mesmo atribua apelidos (nomes 2 YzY) aos sites mundo afora. E os nomes 2 YzY dados por outros internautas (de qualquer canto do mundo) estão disponíveis para todos do mesmo jeito. Desta forma, criamos a possibilidade do usuário de Internet ter um relacionamento mais "próxima" com a grande rede.
O ponto de partida: o que é mais fácil? lembrar que o site da Receita Federal fica no endereço www.receita.fazenda.gov.br ou lembrar do apelido 2 YzY RECEITA FEDERAL (assim mesmo, com espaço em branco entre a palavra receita e a palavra federal )? Com isto, "afastamos" a linguagem eletrônica utilizada para a criação dos sites - uma imposição tecnológica da rede - e colocamos à disposição dos internautas a utilização da linguagem humana.
Outros nomes 2YzY? JÔ SOARES (isto mesmo, no 2 YzY é com acento) , JO SOARES (mas sem acento funciona também), C&A , DETRAN ES , DETRAN SP , BRADESCO, ROTA DO SOL E DA MOQUECA, DINO GRACIO (com acento ou sem), CDS DO SUB . São milhares de nomes 2 YzY cadastrados pelos nossos usuários. Foram 3 anos de pesquisa. Com registro concedido no INPI em 2004 (para a tecnologia e o nome), quando saiu o resultado solicitado ainda em 2002, a empresa, a LOGAN Informática Ltda, demos a largada à venda de banners.
Como já foi dito, o 2 YzY á gratuito para o internauta.
O que sustenta o produto é a publicidade. Nada de e-mails indesejáveis. Nada de SPAM. Os banners de nossos clientes aparecem no próprio aplicativo. Sabemos que e-mails não solicitados (e mesmo alguns que pedimos) incomodam. Queremos clientes 2 YzY plenamente satisfeitos e por isto não fazemos campanhas de outro tipo.
O 2 YzY concorre ao iBEST 2005 em três categorias. Em concurso da revista PC WORLD chegamos em sétimo, perdendo para grandes players como Microsoft, Hospital Sírio Libanês e o site do automóvel Celta.
Nosso site: www.2yzy.com E-mail: 2yzy@2yzy.com e parceria@2yzy.com (contato comercial). "
Alex Brum Machado - Fonte: Logan Informática – (25-11-04)
MeuJornal (27-11-04)
___________________________________________ Proibido anúncio de Amianto Crisotila "A decisão do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar), que proibiu circulação da propaganda da indústria do amianto, continua válida. A juíza Ana Luiza Liarte, da 8ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, rejeitou Medida Cautelar proposta pelo Instituto Brasileiro do Crisotila para cassar proibição da Conar. Cabe recurso. A juíza entendeu que a pretensão do instituto deve ser afastada porque a forma da redação da propaganda contraria o disposto no Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária. Segundo a juíza, a redação pode induzir a erro o consumidor leigo. A propaganda do instituto tinha a seguinte mensagem: “Amianto Crisotila, respeitando a vida, fazendo o Brasil crescer. O Amianto Crisotila do Brasil..ESTA VERDADE NÃO TEM DOIS LADOS: O AMIANTO CRISOTILA GERA MAIS DE 200 MIL EMPREGOS NO BRASIL". Segundo a juíza, “a decisão que se pretende sustar, além de bem fundamentada, foi proferida tendo em vista as finalidades estatutárias do órgão administrativo, e deve ser mantida”. Ela afirmou também que devem ser priorizados os interesses do consumidor, dos trabalhadores e do meio ambiente. Segundo o advogado trabalhista Luiz Salvador, há “uma queda de braço promovida pela indústria do amianto, pretendendo implantar no seio da comunidade uma visão de que o amianto crisotila não causaria mal à saúde humana”. Salvador defende a decisão do Conar e lembra das pessoas que estão sempre na luta contra a “propaganda enganosa da indústria do amianto”. Ele citou o caso de Fernanda Giannasi, coordenadora da Rede Virtual-Cidadã pelo Banimento do Amianto para a América Latina. Ela chegou a ser afastada da fiscalização das empresas do setor de amianto,
por ato do Ministério do Trabalho. Para Salvador, há “uma política de desestímulo para que servidores públicos como Fernanda Giannasi percam o entusiasmo de levar a sério sua missão de fiscalização dos abusos cometidos contra a legislação social vigente no país em proteção à vida e à saúde dos trabalhadores”. "
Fonte: Revista Consultor Jurídico- http://conjur.uol.com.br (12 -11-04)
MeuJornal (21-11-04)
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